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28 fevereiro 2010

Um simples pensamento

Eu sou uma pessoa paixonada pela natureza
posso dizer que consigo sentir a essência de uma flor
a beleza simples de um rio
que percorre pequenos caminhos de pedra até deságuar
em algúm lugar...
fico triste quando vejo pessoas que não tem o menor amor
pela natureza, por qualquer ser vivo
pessoas que vão a praia e deixam o seu lixo
na areia
pessoas que fazem questão de poluirem qualquer lugar
com a sua falta de consciência humana
nós somos parte integrante desse meio ambiente
que muitas vezes escapa,foge da nossa visão
por isso está em nós a responsabilidade de cuidar.
se cada um fizer a sua parte
vamos contribuir na construção de um ambiente melhor
para todos nós.
todos nós queremos um mundo melhor
sonhamos com isso...
pra isso se tornar realidade, cada um de nós
pode fazer algo por menor que lhe pareça ser.
porque TODOS NÓS SOMOS UM!

"
É preciso buscar o amor

É preciso buscar o amor onde estiver, mesmo
que isso signifique horas, dias, semanas de decepção e tristeza. Porque
ao momento em que partimos em busc a do amor, ele também parte ao nosso
encontro."
"Todos os sentimentos cansam e "desistem", menos o amor.
Sentimento algum é tão teimoso! Até quando passa, não acaba. Posto de
lado, jamais se conforma. Mesmo se afogando na impossibilidade, não
morre."
"Uma vida sem amor é como árvores sem flores e sem frutos. E
um amor sem beleza é como flores sem perfume. Vida, amor, beleza: eis a
minha trindade."
"Quem diz não faz, quem fala pensa e quem agi
vence."
"Correndo o risco do fracasso, das decepções, das desilusões,
mas nunca deixando de buscar o amor. Quem não desistir da busca,
vencerá."
"Quem quer estudar o amor nunca deixará de ser estudante."

Alma do mundo

Selma

Quando você conseguir superar
graves problemas de relacionamentos,
não se detenha na lembrança dos momentos difíceis,
mas na alegria de haver atravessado
mais essa prova em sua vida.
Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento
que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus
que permitiu a cura.
Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança
diante de qualquer obstáculo.
Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.
Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.
Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.
Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala
para quem sabe escutar!
Abraços!!!

Aprender a ser feliz

Selma



Aprenda o que é preciso fazer para viver feliz
Todos nós gostaríamos de viver com alegria, mas para muitos isso pode
parecer algo impossível.
A felicidade não é fácil de ser alcançada. Muito pelo contrário, há
pessoas que a buscam a vida inteira...
O primeiro passo para que possamos encontrar essa alegria de viver, é
sermos nós mesmos e nos sentirmos livres.
Poucas pessoas conseguem ser o que realmente gostariam.
É normal vivermos ligados às regras da sociedade.
Na realidade, acabamos seguindo um modelo e criamos uma alegria falsa e vazia.
Mas a verdadeira alegria pode ser alcançada se você se libertar.
Ninguém é obrigado a viver seguindo padrões pré-estabelecidos.
A felicidade está dentro de cada um de nós, por isso, cada um deve saber
qual caminho seguir para se sentir bem.
Um erro muito comum é projetarmos a nossa felicidade no que os outros
nos proporcionam e relacioná-la aos padrões impostos.
Ninguém precisa se casar ou ter um emprego perfeito para ser feliz.
É preciso encontrar a felicidade com o que temos e encararmos as nossas
batalhas interiores.
Isso não significa deixar de sonhar e lutar pelo que desejamos na vida,
mas sim não viver em competições e aprender a lidar com as perdas, as
mudanças e os desejos.
O mais importante é superarmos as nossas questões mal resolvidas da
infância e pararmos de achar que a nossa felicidade depende das outras
pessoas. Devemos viver sem apego às relações e situações do passado.
Quando somos contrariados pelos outros, desenvolvemos sentimentos que nos trazem infelicidade, como egoísmo, insatisfação e ganância.
A felicidade é uma escolha nossa.
O primeiro passo para se chegar a ela é saber disso!
Devemos ter pensamentos positivos para gerarmos vibrações positivas ao
nosso redor.
O cérebro humano consegue se adaptar a qualquer mudança.
Por isso, mesmo quem vive triste e desanimado, pode mudar sua postura.
Devemos esquecer todo o lado negativo do passado e cultivarmos bons
pensamentos.

BOA SEMANA PARA TODOS!






UM ALUNO DIFERENTE Autor Desconhecido

A professora levou seus alunos até os jardins do colégio para lhes falar sobre a natureza mostrando-lhes a natureza viva.

Aproximou-se de um flamboyant, coalhado de flores, e perguntou aos alunos que árvore era aquela.

Alguns, disseram que era uma árvore, apenas. Outros, que aquela árvore era um flamboyant, pois em sua casa havia um semelhante.

Uma menina falou que os flamboyants só servem para fazer sujeira na calçada, quando derrubam as flores, pois isso é o que sua mãe diz sempre.

Um garoto disse que seu pai havia cortado um, recentemente, pois suas raízes racharam o muro de seu quintal.

Mas Pedro, menino de alma sensível, começou dizendo que via ali muito mais que uma árvore.

Disse que via as flores, muito belas por sinal, mas que também podia sentir seu suave perfume.

Chamou atenção para as abelhas que pousavam de flor em flor, e também dos pássaros que buscavam refúgio em seus galhos aconchegantes.

Lembrou que todos estavam sob a sombra generosa que as folhas propiciavam, e apontou para alguns insetos que passeavam, ligeiros, pelo tronco gentil.

Falou, ainda, das muitas vidas que encontram guarida naquele flamboyant desprendido, como liquens, musgos, pequenas bromélias e outras tantas formas de vida que se podia perceber.

"Eis o que percebo, professora", falou Pedro, com a espontaneidade de um pequeno-grande poeta.

A educadora, ainda embevecida com a aula que acabara de receber, falou amavelmente: "você tem razão, Pedro. Definir este pequeno universo simplesmente como uma árvore, é matar toda a sua grandeza e majestade."

Existem pessoas que não percebem os flamboyants floridos em praças, bosques e ruas. Elas são muito ocupadas para perder tempo com coisas sem importância. Tem pessoas que definem flores e folhas apenas como sujeira indesejável.

Outras preferem cortar árvores de dezenas de anos, para que não rachem seus muros e calçadas de cimento.

Existem também aquelas para as quais os flamboyants representam alguns cifrões. Cortados, poderiam oferecer madeira para lenha ou se transformar em belos móveis.

E há aquelas pessoas, como o pequeno Pedro, que vêem muito mais que uma simples árvore. Vêem o autógrafo do Criador, na majestosa obra da natureza.

reflexão

JÓIAS RARAS Autor Desconhecido
***********
Narra antiga lenda que um rabi, religioso dedicado, vivia muito feliz com sua família. Esposa admirável e dois filhos queridos.
Certa vez, por imperativos da religião, o rabi empreendeu longa viagem ausentando-se do lar por vários dias.
No período em que estava ausente, um grave acidente provocou a morte dos dois filhos amados.
A mãezinha sentiu o coração dilacerado de dor. No entanto, por ser uma mulher forte, sustentada pela fé e pela confiança em Deus, suportou o choque com bravura.
Todavia, uma preocupação lhe vinha à mente: como dar ao esposo a triste notícia?
Sabendo-o portador de insuficiência cardíaca, temia que não suportasse tamanha comoção.
Lembrou-se de fazer uma prece. Rogou a Deus auxílio para resolver a difícil questão.
Alguns dias depois, num final de tarde, o rabi retornou ao lar.
Abraçou longamente a esposa e perguntou pelos filhos...
Ela pediu para que não se preocupasse. Que tomasse o seu banho, e logo depois ela lhe falaria dos moços.
Alguns minutos depois estavam ambos sentados à mesa. Ela lhe perguntou sobre a viagem, e logo ele perguntou novamente pelos filhos.
A esposa, numa atitude um tanto embaraçada, respondeu ao marido: deixe os filhos. Primeiro quero que me ajude a resolver um problema que considero grave.
O marido, já um pouco preocupado perguntou: o que aconteceu? Notei você abatida! Fale! Resolveremos juntos, com a ajuda de Deus.
- Enquanto você esteve ausente, um amigo nosso visitou-me e deixou duas jóias de valor incalculável, para que as guardasse. São jóias muito preciosas! Jamais vi algo tão belo!
- O problema é esse! Ele vem buscá-las e eu não estou disposta a devolvê-las, pois já me afeiçoei a elas. O que você me diz?
- Ora mulher! Não estou entendendo o seu comportamento! Você nunca cultivou vaidades!... Por que isso agora?
- É que nunca havia visto jóias assim! São maravilhosas!
- Podem até ser, mas não lhe pertencem! Terá que devolvê-las.
- Mas eu não consigo aceitar a idéia de perdê-las!
E o rabi respondeu com firmeza: ninguém perde o que não possui. Retê-las equivaleria a roubo!
- Vamos devolvê-las, eu a ajudarei. Faremos isso juntos, hoje mesmo.
- Pois bem, meu querido, seja feita a sua vontade. O tesouro será devolvido. Na verdade isso já foi feito.
- As jóias preciosas eram nossos filhos.
- Deus os confiou à nossa guarda, e durante a sua viagem veio buscá-los. Eles se foram.
O rabi compreendeu a mensagem. Abraçou a esposa, e juntos derramaram grossas lágrimas. Sem revolta nem desespero.
Os filhos são jóias preciosas que o Criador nos confia a fim de que as ajudemos a burilar-se.
Não percamos a oportunidade de enfeitá-las de virtudes. Assim, quando tivermos que devolvê-las a Deus, que possam estar ainda mais belas e mais valiosas.